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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O peso da palavra e do relacionamento


Pessoal, o texto é de 2009, mas vale a pena ler e tirar suas conclusões, a catho surpreende com essas inovações no comportamento humano e em suas relações.
Quem diz que vai para o escritório para trabalhar e não para fazer amigos está enganado. Ou melhor,
estabelecer uma rede de relacionamentos, ser flexível, se adaptar rapidamente a uma nova situação, saber se
comunicar com a equipe ou colegas de trabalho, ter capacidade de negociação são características extras no
atual mercado, que exige mais do que diploma. Não se trata de fazer amigos, mas de aprender o que se chama de linguagem corporativa. E este be-a-bá é feito de uma mistura de palavras claras, ditas no momento e para a pessoa certa, somado a uma dose de carisma.
Não estou falando da política “mantenha um sorriso no rosto porque o cliente tem sempre razão”, mas, sim,
tentando mostrar que a facilidade em se expressar ou fazer relacionamentos tem peso tão importante quanto
uma boa formação acadêmica. O que a intuição de muitos profissionais de recursos humanos já indicava
foi comprovado num estudo finalizado no primeiro semestre deste ano pela ISMA-BR (International
Stress Management Association no Brasil), associação internacional que estuda o estresse e suas formas de
prevenção.
De acordo com a pesquisa, feita entre 230 profissionais
— gerentes de três grandes empresas nacionais
 —, a eficiência na comunicação interpessoal funciona como um colete salva-vidas, atenuando os efeitos negativos das pressões e demandas nos níveis físico, emocional e comportamental. Para chegar a esta conclusão foram analisados três fatores: as pressões e as demandas no trabalho, o nível de ansiedade (somática, comportamental e cognitiva) e o nível de tensão muscular e a satisfação
profissional.
Conclui-se, então, que o gerenciamento do estresse passa pelo desenvolvimento pessoal, além de programas efetivos de qualidade de vida no trabalho. Isso porque os custos do estresse não afetam apenas a saúde do trabalhador, mas, também, o bolso do empregador. Sabe-se que nos Estados Unidos o estresse profissional tem custo estimado em 300 bilhões de dólares ao ano e nos países membros da União Europeia este valor gira em torno de 265 bilhões de euros – números relativos ao absenteísmo, rotatividade, lesões no trabalho e seguro saúde. Por aqui, ainda não foi feito o cálculo desta conta, mas acredita-se que temos valores similares ao americano.
Então, que tal começar a exercitar a linguagem?
Faz bem para você e para aqueles com quem se relaciona.
ROSSI, Ana Maria. Disponível em:
Acesso em: out. 2013. (com adaptações)

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